16 mai Sobre a Casa Curumim

Casa Curumim


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Curumim é uma palavra de origem tupi que significa crianças indígenas. Foi a partir deste nome que os pediatras Honorina de Almeida e Douglas Nóbrega Gomes pensaram na Casa Curumim. Um local que respeita a criança, a natureza da mulher de parir e amamentar, ajudando para que estes momentos sejam iniciados de forma natural e apoiando em situações de dificuldade.

A Casa Curumim reúne profissionais especializados em manejo clínico da lactação que podem proporcionar orientações para que a experiência de amamentar seja prazerosa e duradoura. Oferece também atendimento integral à família: Assistência na amamentação (hospitalar e domiciliar), assistência neonatal humanizada em sala de parto humanizado, acupuntura, pediatria integral, homeopatia, grupo de gestantes, pós-parto e aleitamento materno, fisioterapia e terapia ocupacional, psicologia infantil, oficina de brincar e musicalização, oficinas de papinha, nutrição infantil e alimentação complementar, nutrição na gestação e infância, pré-natal, atendimento psicológico à gestante e ao pós-parto, terapia craniossacral, fonoaudiologia neonatal e infantil, yoga para gestantes e bebês, massagem thai, curso de preparação para o parto e cuidados com o bebê e cursos direcionados aos profissionais da saúde como o de Manejo Clínico em Aleitamento Materno.

Referência por ser a primeira clínica de aleitamento materno de São Paulo, a Casa Curumim é também ponto de encontro para homens e mulheres que buscam um atendimento humanizado e respeitoso desde a gestação. 

 

30 jul SMAM 2015

Semana Mundial de Aleitamento Materno #smam 2015


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De 1 a 7 de agosto acontece a Semana Mundial de Aleitamento Materno 2015 promovida pela WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento) e estaremos com uma programação especial.

O tema deste ano é -> Amamentação e Trabalho: para dar certo o compromisso é de todos!

No dia 1 de agosto, estaremos na Hora do Mamaço que acontecerá em São Paulo a partir das 10h no Parque da Aclimação (Rua Muniz de Souza, 1.119 – Aclimação). Esta é a 4ª edição do evento que também acontece em outras cidades do Brasil e exterior. É uma iniciativa da AMS Brasil.

No dia 4 de agosto, o Grupo gratuito de Aleitamento Materno que acontece das 14h às 16h será especial. Haverá uma roda de conversa com a fonoaudióloga Gabriela Buccini sobre o uso da chupeta, mamadeira e copinho durante a amamentação e no retorno ao trabalho” seguida de um coffe break. (neste dia não haverá atendimento durante o grupo).

Durante toda a semana divulgaremos relatos e fotos de nossas pacientes e seguidoras com seus bebês mamando, uma maneira de incentivar mais mães a continuarem amamentando após o retorno ao trabalho.

Durante os sete dias publicaremos artigos escritos pelos profissionais da Casa Curumim sobre amamentação no blog e no facebook.

Marquem na agenda e não esqueçam! Nos vemos em breve.

Casa Curumim

14 jul Amamentação SMAM 2015

Semana Mundial da Amamentação 2015: 1 a 7 de agosto.


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A WABA tem o prazer de anunciar o tema e slogan da Semana Mundial da Amamentação – SMAM 2015: “Amamentação e Trabalho – Vamos Fazer Funcionar”!

O tema da SMAM 2015 sobre mulheres trabalhadoras que amamentam revive a campanha da SMAM de1993 sobre a iniciativa de um Local de Trabalho Amigo das Mães
Trabalhadoras.

Muitos foram os avanços em 22 anos de ação global para apoiarem as mulheres a conciliarem a amamentação e o trabalho. Particularmente com a aprovação da Convenção revisando a OIT 183 sobre a Proteção a Maternidade com direitos a maternidade mais fortes, e mais ações de paises para melhorar as legislações e práticas nacionais. A nível do local de trabalho, também temos visto mais ações para criar Salas de Apoio a Amamentação ou espaços amigos da mulher que amamenta, incluindo premiação para empregadores amigos da mulher trabalhadora que amamenta, bem como uma maior conscientização em massa sobre os direitos da trabalhadora para amamentar. No entanto, depois de mais de duas décadas, o monitoramento global sobre o progresso da alimentação de lactentes e crianças de primeira infância mostra que esta quarta meta da Declaração de Innocenti (1991) é ainda a mais difícil de alcançar!

O foco na mulher trabalhadora que amamenta foi aprovado na Reunião Global Extraordinária WABA de Associados na Amamentação – “WABA Extraordinary Global Breastfeeding Partner Meeting” (EBPM) realizada em Penang, de 8 a 10 de novembro de 2013; tendo
discussões anteriores durante o Fórum Global WABA – “WABA Global Forum” e reunião Global dos Associados WABA Amamentação – “WABA Global Breastfeeding Partners Meeting” (GBPM) em 2010; bem como também em 2013 e 2014 nas Reuniões do Comitê Diretivo da WABA – “WABA Steering Committee Meetings”.

A consultora sênior da WABA, Sarah Amin, foi designada como autora principal para escrever o calendário com o anúncio da SMAM 2015, o folder de ação e outros materiais para a SMAM 2015, trabalhando com uma pequena equipe de membros do secretariado
WABA e representantes dos associados da WABA.

Os Objetivos da SMAM 2015 são:

1. Promover o apoio multi-dimencional de todos os setores para possibilitar as mulheres em
todos os lugares a trabalhar e continuar amamentando.
2. Reforçar as ações dos empregadores para que os locais de trabalho tornem amigo da
Família/ Pai /Companheiro / Bebê e Mãe, facilitando e apoiando ativamente as mulheres
trabalhadoras para que continuem a amamentar.
3. Informar as pessoas sobre os avanços mais recentes dos direitos de Proteção a
Maternidade a nível mundial, e aumentar a conscientização sobre a necessidade de
fortalecer a legislação nacional e sua implementação.
4. Apresentar, facilitar e reforçar práticas de apoio que possibilitem as mulheres que
trabalham no setor informal a amamentarem.
5. Envolver e formar parceria com grupos-alvos específicos, por exemplo, os Sindicatos,
Organizações de Proteção dos Direitos do trabalhador/ da Mulher, Grupos de Mulheres e
Grupos de Jovens, para proteger os direitos da amamentação das mulheres pelos locais de
trabalho.

A WABA conta com a colaboração ativa de todos vocês para comemorar a SMAM 2015!

10 jun Fisioterapia Perineal Fisioterapia Pós-Parto

Períneo antes e depois: A preparação para o parto e os cuidados no pós parto


Por Sandra Sisla, fisioterapeuta especializada em saúde da mulher.

Existem maneiras de preparar o períneo para evitar laceração durante o parto. A partir da 33ª semana de gestação, podemos iniciar a preparação para o parto vaginal com o EPI-NO que é um dispositivo para exercícios do assoalho pélvico. O EPI-NO consiste em um balão de silicone conectado a um tubo e uma bomba que ao insuflar aumenta o diâmetro para um alongamento do períneo. O balão de silicone é introduzido vazio na vagina e paulatinamente vai ganhando amplitude e alongamento nestes músculos.

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O treino do EPI-NO é interessante para exercitar o alongamento e também para ganhar maior percepção da região do períneo. Treinamos também para o período expulsivo e com a respiração direcionada, promovemos uma simulação deste momento e das possibilidades de posições para o parto.

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A massagem perineal é também uma possibilidade para a percepção e alongamento da região do períneo. As manobras de deslizamento e de pressão sobre o intróito vaginal preparam a pele, a mucosa e os músculos para o evento do parto.

No pós-parto é sempre bom retomar os cuidados com o corpo com exercícios para recuperação do Tônus e da funcionalidade do períneo. Após 50 dias do parto realizamos uma avaliação perineal e orientamos exercícios para aumentar a força muscular do períneo, abdominais especiais aliados a exercícios perineais e abdominais hipopressivos.

E assim o corpo vai ganhando tônus e recuperando devagar sua dinâmica e vigor.

10 jun Gestantes Parto Relatos

Relato de Parto


“Conheci a Doutora Desireé bem antes de engravidar do meu segundo filho e decidi que, quando ele estivesse a caminho, viria ao mundo pelas suas mãos.

Os meses que antecederam a gravidez foram de muita ansiedade e expectativa, sempre apoiada, com toda paciência, por essa maravilhosa profissional, que é mais que uma médica para mim.

Lembro como se fosse hoje. No dia 5 de agosto de 2014, recebi uma mensagem da Dra. Desireé no celular com a pergunta: Menstruou? Respondi que não, e ela me disse que eu estava com um atraso de 2 dias. Dia 7, ela perguntou novamente se eu havia menstruado, e com a resposta negativa me disse para fazer o teste.

A ansiedade era tanta que comprei um teste na farmácia mais próxima e fiz imediatamente e o resultado foi positivo antes mesmo de terminar o procedimento. Enviei a foto do resultado para ela, que comemorou muito junto comigo.

Os meses seguintes foram maravilhosos. Tive uma gestação tranquila e fui muito bem acompanhada e amparada em todas as dúvidas e questões.

Com 30 semanas de gestação veio um pequeno susto. A ultrassonografia dizia que meu bebê estava com uma circular de cordão cervical. Falei com a Desireé, que me acalmou. O meu medo era continuar com os planos de ter o meu filho pelo parto normal, pois já tinha ouvido todo tipo de histórias sobre bebês que morrem enforcados com o cordão umbilical.

A Dra. Desireé realmente me deixou tranquila, disse que essa possibilidade não existia e que podíamos seguir com o planejado.

Exatamente com 40 semanas de gestação acordei pela manhã e percebi que estava perdendo o tampão. A Dra. Desireé veio me examinar e viu que minha bolsa havia rompido. Meu bebê estava a caminho. A partir daí, começou a saga maternidade – trabalho de parto – analgesia – nascimento.

O trabalho de parto foi intenso, as dores aumentavam e eu sabia que quanto maiores, mais perto estava a hora do meu bebê nascer. A paciência do meu marido e da Dra. Desireé foram primordiais nesse processo. Eu estava realmente muito brava com as dores aumentando e pude, mais uma vez, contar com seu apoio e profissionalismo.

Por fim, o anestesista chegou e o nascimento seguiu. A sensação de poder dar a luz com suas próprias forças é inexplicável e a emoção de ver o rostinho lindo do meu filho fazendo um biquinho assim que saiu da barriga e foi colocado sobre meu ventre foi única.

Daniel nasceu às 22h26 na Maternidade São Luiz do Itaim, pelas maravilhosas mãos da querida Dra. Desireé, muito saudável, com 3.150kg e 49 cm. O cordão em volta do pescoço? Ele estava lá, o papai viu tudo! Ninguém se apavorou. Desireé simplesmente o desenrolou e entregou meu filho para nós.

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Tudo passa tão depressa, que se pudesse parava o tempo em alguns momentos para sentir a emoção só mais um pouquinho. Mas felizmente existem as fotos para registrar estes momentos. Agradecemos imensamente à Dra. Desireé, que nos proporcionou uma pré-gestação, gestação e parto tranquilos. Não há maior felicidade do que poder contar com o conhecimento e o carinho de uma pessoa dedicada à sua profissão de forma tão intensa e segura. Muito obrigada por tudo!”

Carolina V. S. Oliveira

8 jun Amamentação

Amamentação pode evitar leucemia na infância


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Crianças que foram amamentadas no peito por pelo menos seis meses enquanto bebês podem ter um risco menor de desenvolver leucemia na infância em relação àquelas que não foram amamentadas no peito, mostra uma nova análise de estudos antigo.

Revisando 18 estudos, pesquisadores descobriram que crianças que eram amamentadas no peito de suas mães por seis meses ou meais tinham um risco 19% menor de desenvolver leucemia durante a infância, em compensação com os as que não haviam sido amamentadas, ou haviam, mas por um período menor de tempo.

Em uma análise separada de 15 desses estudos, os pesquisadores perceberam que as crianças que foram amamentadas por qualquer período de tempo eram pelo menos 11% menos susceptíveis a desenvolver a doença, em relação àquelas que nunca haviam sido amamentadas.

O autor da nova análise foi Efrat L. Amitay, da Universidade de Haifa, em Israel. A especialista envolveu 18 estudos, que abordavam mais de 10 mil casos de leucemia e 17,5 mil crianças que não possuíam a doença. Tais estudos foram publicados entre 1960 e 2014.

As descobertas se unem a um corpo de evidências que traçam uma “forte associação entre a nutrição infantil e a leucemia”, diz Amitay. “Essa informação pode ser usada pela saúde pública para realizar recomendações para os pais, que podem contribuir na precaução da doença em seus filhos” continuou.

O mecanismo exato envolvido nesta ligação entre o leite materno e a leucemia ainda não está claro, mas os pesquisadores têm algumas sugestões. “O leite materno é uma substância que dá vida. Ela contém anticorpos produzidos pela mãe que promovem uma comunidade saudável de bactérias no intestino das crianças e influenciam o desenvolvimento do sistema imunológico delas”, explicou.

Outra possibilidade que pode explicar a ligação é que o leite materno mantém os níveis de pH no estômago das crianças em um patamar que promove a produção de proteínas benéficas chamadas HAMLET, disseram os pesquisadores. Estudos realizados em roedores mostraram que o HAMLET pode ter a habilidade de matar células do câncer.

O leite materno também possui células-tronco que possuem propriedades similares às células-troncos de embriões, que podem ajudar o sistema imunológico na luta contra o câncer. “Os potenciais preventivos da amamentação devem ser comunicados de forma aberta para o público geral, não apenas para as mães. Desta forma, a amamentação pode ser mais socialmente aceita e facilitada”, escreveram os pesquisadores no estudo, que foi publicado no dia 1º de junho no JAMA Pediatrics.

Fonte: Live Science

25 mai Amamentação Campanha de doação de leite para a Sara

Campanha de doação de leite materno para a Sara.


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Rede de doação de leite materno

Entenda a história da Mariana Abibe, mãe da Sara e ajude, indique e espalhe a notícia para que a rede cresça ainda mais.
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Mariana engravidou no final de julho do ano passado da Sara, sua primeira filha, que nasceu no dia 7 de maio. Em dezembro, quando estava no 5º mês de gravidez, Mariana descobriu um nódulo em sua mama direita. Logo em seguida, no começo de janeiro, o nódulo foi totalmente retirado e a Sara reagiu super bem à cirurgia, seguiu se desenvolvendo perfeitamente dentro do ventre. Uma semana após a cirurgia, veio o diagnóstico de que o nódulo era um carcinoma in situ (pré-câncer) e a triste notícia de que após o nascimento da Sara, Mariana não poderia amamenta-la – razão para não amamentar é evitar os estímulos hormonais da lactação além da necessidade de um tratamento de radioterapia que ela iniciou logo após o nascimento. Em meio à frustração e ao sentimento de impotência ela teve a sorte de ver formar uma linda rede de solidariedade surgindo diversas pessoas dispostas a ajudar a alimentar a Sara com leite materno de outras mães. Com o apoio da Dra. Nina, surgiu a ideia de recrutar mães que estejam com uma produção de leite acima do que seu bebê necessita e tenham interesse em doar parte deste excedente para Sara.
 
 
 
 
VOCÊ QUER SER UMA DOADORA? SAIBA COMO A SEGUIR:

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A doação acontecerá via o Banco de Leite Humano do Hospital Universitário da USP através do programa de “doação direcionada”. O banco irá pasteurizar e armazenar o leite doado para Sara e em troca irá reter parte destas doações para os bebês do hospital. Ou seja, as doações irão beneficiar inúmeras outras crianças além da Sara. Para isto é necessário que as mães preencham a ficha cadastral do banco de leite e apresentem alguns exames de sangue solicitados pelo banco. Com isso feito, basta levar o leite a ser doado até o banco.

Banco de Leite Humano HU – USP
Endereço: Av. Prof. Lineu Prestes, 2565 – Cidade Universitária
Butantã – São Paulo – SP – CEP: 05508-900
Fone: 3091-9210 / 9252
Contato: Dra. Virginia Spinola Quintal
Avisar ao banco de leite que a doação é direcionada à Mariana Abibe.

Exames solicitados:

Sifilis
Hemograma Completo
HTLV I e II
HIV
Doença de Chagas
Hepatite C
Hepatite B HBSAG
Hepatite B anti HBS
Hepatite B anti HBC

* lembrando que as campanhas de doação de leite materno de forma direcionada são realizadas em caso de extrema importância e real impossibilidade da amamentação continuar, como é o caso da Mariana.

25 mai Semana Mundial do Brincar

Semana Mundial do Brincar 2015


SEMANA MUNDIAL DO BRINCAR 2015 de 24 a 30 de maio.

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A Aliança pela Infância celebra desde 2009 na Semana Mundial do Brincar, que acontece neste ano, entre 24 e 30 de maio e tem como objetivo difundir a importância das brincadeiras para o desenvolvimento das crianças.

Criado em 1999, o Dia Internacional do Brincar é celebrado por mais de 25 países em 28 de maio. A data propõe algo muito simples e natural, mas que hoje em dia precisa ser relembrado: o estímulo à brincadeira.

“Para ter criatividade, resiliência e coragem é preciso brincar”
Esse é o tema deste ano da Semana Mundial do Brincar.

Você já pensou o quanto tem contribuído para o desenvolvimento da criatividade, resiliência e coragem dos seus filhos? Como potencializar o desenvolvimento pleno dos bebês e das crianças?

Brincar é a mais potente forma de conexão entre os seres vivos e na relação consigo mesmo. Essa forma de se conectar é inerente ao bebê e pode ser potencializada pelo contexto em que vive, pelas oportunidades de experiências seguras e desafiadoras, de acesso materiais interessantes e principalmente pela relação com aqueles que o amam.

Embora queiram, muitas vezes as pessoas não sabem do que brincar.

Toda sexta-feira a partir das 14h30 tem Oficina Brincadeiras de Bebê na Casa Curumim e excepcionalmente esta sexta (dia 29 de maio) em comemoração à Semana Mundial do Brincar a oficina será gratuita. Participe, venha com seu bebê!

Para bebês de 3 meses a 2 anos.

Lucila Faleiros Neves e
Vanessa Andrade Caldeira

13 mai Amamentação

Samba Calcinha: conforto e beleza na gestação e amamentação.


Uma coisa é muito provável que aconteça com a maioria das mulheres na fase da lactação: Os seios mudarem!

As mudanças já começam logo no início da gestação com o aumento considerável deles, além da sensibilidade dificultando o uso dos sutiãs habituais, bojo com ferrinho principalmente.

“Na minha experiência recente, foram os meus seios que me alertaram sobre a gestação. Nunca tinha sentido tanto incômodo. Eles já ficavam mais doloridos e maiores no período pré-menstrual, mas na gravidez foi muito mais intenso. Comecei a dormir com sutiã, já que não aguentava virar de lado de tanta dor que sentia. Foi assim que comecei a desconfiar que alguma coisa estava diferente”, conta Dani Ferraz.

Conforto e sustentação são tudo quando se trata dos seios nessa fase, apesar de o uso de sutiã não ser obrigatório. Mas, se for de sua escolha, é claro que uma peça que deixe os seios mais redondinhos e empinados, que seja bonita, feminina, com rendas e transparência, é um grande atrativo.

Um sutiã confortável e de boa sustentação requer alças largas, elástico de base forte – debaixo dos seios – e tecido de boa qualidade, que tenha bastante elasticidade e possa ceder e voltar com a variação do tamanho dos seios no enche e seca das mamadas, sem lacear e ficar frouxo durante o uso. Um bom sutiã de amamentação deve ser guerreiro, pois terá que ser lavado muitas e muitas vezes. É impressionante os sutiãs sujam nesta fase, principalmente nos primeiros meses, quando a mulher está se adaptando com a produção do leite e a demanda do bebê.

“Dessa forma, afirmo que sim, vale a pena investir em peças de boa qualidade. Um bom sutiã é uma questão de saúde para os seios, pois ele será um companheiro constante. Até hoje, já são 6 meses amamentando, só tiro o sutiã para tomar banho”, completa Dani.

A Samba Calcinha, é uma marca de sutiãs e roupas de amamentação, a qual Daniela Ferraz se dedica com muito amor, estudo e pesquisa, faz sutiãs de ótima qualidade, artesanais e exclusivos. Os sutiãs de amamentação são coloridos, estampados, femininos, e também podem ser feitos sob medida, para quem precisar. É muito comum a mudança de numeração para mais de um tamanho acima do que se usava. Às vezes os seios podem dobrar de tamanho! Há vários modelos inclusive de tops.

“Amamentar é uma experiência maravilhosa, e de um contato e intimidade muito especiais com o bebê. A gente se acostuma, se torna natural e passa tão rápido! Aproveitem!”, finaliza Dani.

Para quem se interessar em conhecer a Samba Calcinha:
A Samba Calcinha está na Casa Curumim todo último sábado de mês no Encontro de Slings. Venha conhecer as peças.
www.sambacalcinha.com.br

4 mai Artigos Bronquiolite

Bronquiolite


Por Tatiana Sano, pediatra especialista em Pneumologia Pediátrica da Casa Curumim.

bronquiolite-no-bebê21-1 Muitas mães já devem ter ouvido falar na Bronquiolite, principalmente agora durante o outono/inverno, mas o que é Bronquiolite?

Bronquiolite Viral Aguda é uma doença que acomete crianças menores de 2 anos, principalmente as menores de 1 ano e é uma das principais viroses responsáveis pelas internações e idas ao pronto socorro nesta época do ano.

Esses vírus inflamam a mucosa ( levando a um inchaço e produção de muco) que reveste a parte interna dos bronquíolos (ramificações bem finas da arvore brônquica). O ar passa com dificuldade provocando o principal sintoma da Bronquiolite o “chiado”= sibilos.

Por que acomete crianças menores que 2 anos?
Por causa do pequeno calibre das vias aéreas qualquer inchaço de suas paredes ou a mínima quantidade de muco já podem ser suficientes para provocar uma obstrução importante na passagem de ar. Além disso, a imunidade dos lactentes para estes vírus respiratórios ainda é pequena
Quais são os principais vírus que causam Bronquiolite:

Vírus Sincicial Respiratório-VSR (75%), Rinovírus (39%), Coronavirus (21%), Influenza (10%),
Como a doença evolui?

Inicia com os sintomas de um resfriado comum como coriza, obstrução nasal, tosse e febre e é muito comum a história de ter algum familiar, como irmão mais velho resfriado, ou frequentar escolinha. Em 3-4 dias evolui com piora da tosse, chiado e desconforto respiratório (respiração rápida, ofegante. A maioria das crianças se recupera em cerca de 2 semanas mas em alguns casos a tosse e o chiado podem persistir até um mês. A Bronquiolite pode ser mais séria nos menores de 3 meses, nos que nasceram prematuros ou quando o bebe é portador de alguma doença crônica (cardiopatia, doença renal, etc…). Frequentar creches, viver em casas com muitas pessoas ou conviver com fumantes também são fatores que podem agravar o quadro..
Como o diagnóstico é feito?

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O diagnóstico é feito baseado na história clínica e no exame físico. Radiografia do tórax, exame de sangue ou pesquisa viral devem ser realizados apenas nos casos moderados/graves ou quando é necessário excluir outras doenças. Nos casos mais simples basta a avaliação clinica.
Quais são as complicações mais comuns?

Na maioria das vezes a bronquiolite evolui bem e sem complicações. Nos casos mais sérios, devemos nos preocupar com a desidratação, insuficiência respiratória (perda da capacidade de oxigenar o corpo com a respiração) ou infecção bacteriana.

Quando levar ao pronto-socorro?

bronquiolite-e-chiado-no-peito1 1. Desconforto respiratório= Respiração rápida, A barriga sobe e desce muito e rápido, ou a musculatura entre as costelas ou a fúrcula ( aquele buraquinho nom pescoço) afundam, ou as asas do nariz se elevam.
1- Sinais de desidratação: diminuição da urina, boca seca, choro sem lagrima e pulso acelerado ou Recusa alimentar)
2- Cianose= lábios ou mãos e pés arroxeados, azuis.
3- Sonolência excessiva ou irritabilidade excessiva (quando sem febre o bebê ficar muito caidinho ou irritado.

Tratamento
Uma vez que a doença é causada por vírus, ainda não há medicações eficazes e seguras. O tratamento tem como objetivo melhorar os sintomas: tosse, chiado, desconforto respiratório e tentar manter o bem estar do bebê.
1- Tentar manter a alimentação – oferecer mais vezes em menores quantidades, com cuidado para não engasgar.
2- Lavagem nasal, pois a obstrução nasal piora o desconforto respiratório e dificulta a alimentação
3- Inalação com soro fisiológico para tentar fluidificar o muco e secreções nasais
4- Elevar a cabeceira do berço em 30° para dormir (levantar todo o colchão,ou a cabeceira do berço).
5- Algumas vezes pode ser necessário o uso de medicamentos (broncodilatadores/ corticoide/ e outros), mas eles ajudam somente nos casos mais sérios.
Prevenção
O fator mais importante é lavar as mãos com frequência, pois o contágio da doença se dá principalmente pelas mãos e por objetos contaminados com os vírus. Outras medidas importantes são: evitar contato com doentes, evitar exposição das crianças ao cigarro, a vacinação anual para influenza e o aleitamento materno, pois anticorpos maternos passam para o bebê.

Referências Bilbliográficas:
1- Shawn L. Ralston, Allan S. Lieberthal, et all. Clinical Practice Guideline: The Diagnosis, Management, and Prevention of Bronchiolitis. Pediatrics, 2014; 134;e 1474
2- Hyvarien, Acta Paediatr 2005; 94: 1378
3- Stein, Lancet 1999; 354: 541
4- Petruzella FD, Gorelick MH, Duration of illness in infants with bronchiolitis evaluated in the emergency department. Pediatrics, 2010; 126(2):285
5- Shazberg G, Revel-Vilk S, Shoseyov D, Bem-Ami A, Klar A, The clinical course of bronchiolitis associated with acute otitis media. Arch DIS child 2000; 83(4):317
6- Up to date- Bronchiolitis in children, diagnosis, management, treatment and prevention

4 mai Nutrição

Gravidez x Adoçantes


Por Fernanda Mariz, Nutricionista materno infantil da Casa Curumim

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O uso de adoçantes como substituição ao açúcar tem se tornado cada vez mais comum. Mas e as grávidas, podem usá-lo? Essa é uma dúvida que sempre aparece quando descobrimos que existe um bebezinho dentro de nós. Segundo as recomendações do Ministério da Saúde a sacarina deve ser evitada, uma vez que pode causar anomalias no feto. Quando ingerida, ela passa pela placenta para a corrente sanguínea do bebê.

Já o aspartame, um outro tipo de adoçante artificial, é considerado seguro para as gestantes, porém deve ser evitado por pessoas que sofram de fenilcetonúria (PKU), uma doença hereditária, ou que tenham alta concentração de fenilalanina no sangue.

Existem também outros tipos de adoçantes, como o sorbitol, ciclamato e xilitol. O grande problema, além dos estudos não comprovarem que eles são seguros para as gestantes, já que alguns podem causar efeitos colaterais incômodos. É o caso do sorbitol, por exemplo, utilizado em produtos diet e em chicletes; por ser lentamente absorvido pelo organismo, pode dar sensação de estômago inchado e gases.

“Costumo orientar as futuras mamães para que tenham, durante a gestação e amamentação, uma alimentação equilibrada com o máximo de alimentos naturais possível. Mesmo as mamães que estão acima do peso precisam saber que durante a gravidez não é o momento adequado para dietas mirabolantes”, destaca Fernanda Mariz, nutricionista especializada em gestantes.

De acordo com a FDA (Food and Drug Administration, órgão norte-americano que regulamenta alimentos e remédios), adoçantes como aspartame, sucralose, acessulfame-K e a estévia são considerados seguros para as gestantes. “É preciso avaliar cada gestante individualmente, pois alguns produtos podem ser contraindicados em situações específicas”.

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