6 ago Aleitamento Materno

Aprendendo sobre relactação


Em um bate-papo com a Dra. Honorina de Almeida (Dra. Nina), pediatra especialista em aleitamento materno da Casa Curumim, ela explicou sobre a relactação, uma técnica que ajuda muitas mulheres a produzir leite para seus bebês – sejam eles biológicos ou não.

Ela contou que quando a mulher já amamentou e por algum motivo o leite secou, através do processo da relactação ela consegue recuperar a produção de leite e amamentar novamente.

imagem de relactação

“A técnica pode ser feita de várias maneiras. Geralmente, usamos um equipamento chamado Sistema de Nutrição Suplementar que é mais conhecido como relactador. Como mostra a figura ao lado é um sistema simples que leva o leite (colocado em um frasco) para o bebê através de uma sonda que é grudada no peito da mulher de maneira que fique dentro da boca do bebê quando ele estiver sugando o peito. Ele vai mamar no peito enquanto recebe o leite, que pode ser o materno ou fórmula láctea”, explica a Dra. Nina.

Essa técnica é usada por mulheres que fizeram cirurgias de mama, com baixa produção de leite ou para bebês que por algum motivo específico não conseguem sugar todo o leite da mãe. É uma maneira de incluir o complemento para os bebês que precisam, sem ter que usar a mamadeira, grande vilã da amamentação.

A Dra. Explica que a estimulação das mamas, pela sucção do bebê, favorece a produção de leite.

d97c265594cb1110854f5890106b4b31

Segundo a Dra. Nina, toda vez que o bebê recebe o leite que não seja através do peito ele deixa de estimular a mama a produzir leite. Se ele mama o leite que precisa sugando o peito, há duas grandes vantagens: a primeira é que enquanto ele está recebendo o complemento através da relactação, ele está sugando a mama, que funciona assim, quanto mais suga, mais produz. E a segunda, é que evita a confusão de bicos, situação na qual normalmente o bebê opta pela mamadeira, onde o fluxo de leite é maior e o esforço menor.

Durante o processo da relactação é fundamental não dar a mamadeira ao bebê. Por isso, caso haja a necessidade de dar o leite sem ser no relactador, a mulher deve optar por um copinho.

Mães adotivas

Para a mulher que adotou um bebê e mesmo que nunca tenha amamentando nem engravidado e tem o desejo de vivenciar este momento, utiliza-se o mesmo sistema. Nesse caso, chama-se lactação induzida. Também pode ser necessário o auxílio de medicações capazes de estimular a produção do hormônio prolactina -, que induz a produção de leite. Um bom planejamento para as estimulações das mamas também é importante nessa situação.

Segundo a Dra. Nina, mais do que a vontade de nutrir o bebê há o desejo de conexão com aquela criança, de criação de vínculo através do contato. Um momento mágico que proporcionará uma ligação profunda entre aquela mulher e aquele bebê, que apesar de não ter sido gerado em seu ventre, se conectará à ela através do olhar, do contato pele-a-pele e do alimento.

3 Comentários

  1. Antoine disse:

    Which university are you at? cost of clomiphene nz The society reminded people to take their daily prescribed medication and to always have their reliever inhaler with them

  2. Jonathan disse:

    I’d like to pay this in, please elocon eczema It’s got to motivate us going into this week because we still have big opportunities ahead of us.”

  3. Sterling disse:

    Insert your card ketoconazole oral tinea versicolor Secretary of State John Kerry said on Friday, but the battle would falter if it becomes consumed by sectarian division or Islamophobia.

Deixe seu comentário